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As desvantages de não ser invisível

Um problema de se cercar de pessoas maravilhosas e ter os comportamentos delas como um “meta” de como eu quero ser (ou que eu gostaria de ter sido)  é que isso nos coloca numa situação onde ficamos apenas olhando pra cima, tentando, algumas vezes, ser como outra pessoa.

Essa posição de ficar olhando pra cima faz com que pareça que estamos abaixo de tudo que estamos vendo.

Uma coisa que eu admiro, são pessoas que tem um gosto musical próprio. Uma mixagem de músicas que amigos, rádios, filmes selecionadas com muito rigor para entrar dentro de suas vidas. Admiro como essas pessoas tratam a relação de escutar uma música, como conseguem notar uma música de uma trilha sonora de um filme e tempo depois associar aquela música ao filme. “Ah, essa música tem nesse filme, na cena tal quando acontece isso e aqui”

Por vezes me pego desejando que tivesse havido mais dor na minha vida, para que eu tivesse saído do estágio “ir com a maré” mas cedo. Mas, acho que isso é só resquício do romantismo que pregava que amor tem que ser sofrido. Não acho isso válido. Não mais.

“We could be heroes, just for one day”

Medo

Ontem eu tive medo. Medo do futuro, medo por o que pode acontecer a pessoas que tem pensamentos diferentes, medo do mundo não mudar.

Ontem houveram prisões de pessoas que poderiam (talvez, quem sabe) cometer crimes. Não existiam crimes passíveis de prisões, apenas suposições de que ativistas poderiam promover algum tipo de crime, se não hoje, amanhã, nas palavras de um delegado.

A ação dessas prisões foi condenada por diversos órgãos nacionais e internacionais e não entrarei nos detalhes dele.

Ontem eu perdi um pouco da fé de que os seres humanos poderiam viver sob menos opressão, que poderiam aprender a viver como um grupo que sabe respeitar as diferenças de pesamento e de agir. Foi momentâneo essa perda de fé, mas isso me incomodou. Senti falta de um calor humano ao meu lado onde eu pudesse expressar minha fraqueza. Queria chorar, queria colo, queria um abraço aconchegante.

Sinto falta de ser conseguir ser fraco.

Folhas de um Diário

Segue abaixo a transcrição de uma folha de papel que foi encontrada em Los Angeles – EUA:

Merda! Preciso colocar pra fora o que está acontecendo na minha vida, mas não tenho ninguém para conversar, pelo menos ninguém que eu confie a não ser eles, mas eu não posso deixar que eles saibam o que está acontecendo. Vou usar essa folha de papel mesmo.

Ontem e hoje foram dias difíceis e estranhos, tenho sorte de ainda estar vivo. Não fosse por causa deles eu já não teria motivos para estar vivo, mas eles precisam de mim, não posso abandoná-los. Droga! tudo está dando errado! Nunca tive ninguém que pudesse chamar de família e muito menos de grande amigo. Sempre foi eu contra o mundo.

Não podia ter perdido meu emprego na boate. Merda! Eu precisava daquele dinheiro! Maldito seja aquele vagabundo que foi lá arrumar confusão. Pelo menos aquele mauricinho filho de um puta teve o que merecia!

Ontem de noite fui ao encontro que aquela francesinha propôs. Não gosto de encontrar pessoas que não conheço, ainda mais para fazer os tipos de planos fizemos. Se eu soubesse que o dia ia acabar como acabou eu não teria ido nesse encontro. Droga! Eu não queria ter disparado aquela maldita arma! Tenho que me controlar, eu não posso ser pego e foi preciso atirar. Se pelo menos tivéssemos bolado um plano melhor. Ou melhor, se tivéssemos feito um plano. Aquela ação parecia mais uma comédia que algo sério.

Ainda não acredito que assaltamos aquele posto. Merda cara! Quase foi tudo por água abaixo! Não consigo entender por que não fizemos um plano melhor! Por que que nós não entramos na loja antes para ver como ela era? Por que eu não usei uma máscara? Merda, quase me fodi por causa disso. Mas pelo menos o china jogou os computadores pra fora e eles não tem imagens nossas. Isso vai dificultar de nos reconhecerem.

Que merda aquele cara do carro tava pensando? roubar batatas fritas?! Que porra é essa?! tenho que abrir o olho com ele, ele pode nos foder com alguma gracinha dessas. Odeio carros!

Quase não dormi de noite, não consegui parar de pensar no grito do cachorro quando eu disparei. Eu não queria ter feito aquilo. Não queria ter ido naquele lugar também. Merda eles estavam maltratando aqueles animais! Vou tentar me aproximar mais daquele tal de Snake. Hoje de manhã ele nos ofereceu um trabalho. Parece ser arriscado, ainda não sei se eu vou aceitar, nós quatro vamos nos encontrar com ele hoje a noite e dar a resposta se vamos ou não fazer o trabalho. O trabalho é arriscado mas eu preciso daquele dinheiro.

Eles precisam de mim! Seja forte!

Mudança de ares

Olá webmundo,

Atenção, esse post pode é mimimi, então não venha reclamar que eu não avisei. Aproveito que tu já leu até aqui e aviso que esses posts irão aparecer mais aqui, estou entrando numa fase de expor algumas coisas. Também pretendo escrever coisas mais técnicas aqui, mas isso fica pra depois.
Para quem não recorda (ou me conhece a pouco tempo), a quase 6 anos atrás (13/10/2006) eu fiz uma mudança drástica na minha vida.
Eu morava em Caçapava do Sul e tinha um emprego com carteira assinada em uma empresa que eu adora trabalhar, meus amigos todos moravam lá, minha família mora lá, mas ainda assim eu sentia que precisava mudar, sentia que queria conhecer novos lugares.
Sem saber muito para onde eu estava indo, e sem conhecer ninguém, me mudei para Alegrete para fazer uma graduação em Ciência da Computação em uma universidade nova (UNIPAMPA). Agora, 6 anos depois, eu vejo que essa mudança de ares foi ótima para eu sair da minha zona de conforto. Se eu estivesse em caçapava acredito que eu não teria evoluido muito como pessoa.
Agora está na hora de outra mudança dessas. Já pedi o desligamento como professor substituto aqui na universidade, estou colocando a casa para alugar, vou sair para visitar alguns amigos pelo Brasil, e quem sabe tirar um tempo em alguma cidade desconhecida 🙂 (aceito sugestões 🙂 ).O interessante é que eu sinto eu estou com um vontade gigante de voltar a fazer as coisas que me davam prazer, mesmo ainda estando no mesmo emprego pelos próximos dias e com as mesmas atribuições de alguns dias atrás. APenas para conhecimento essas coisas incluem conversar com os amigos (desculpem, apesar de afastado, meu pensamento estava com vocês, mas eu estava muito focado no trabalho para me dar de conta desse afastamento), voltar a construir armas medievais (hoje voltei a atirar de arco e flecha http://www.youtube.com/watch?v=aB1YnLg-a4A ), e programar por prazer. Alguns amigos disseram que eu tenho coragem de fazer uma mudança dessas (largar tudo e não ter um plano bem definido). Creio que aqui não chega a ser coragem (insanidade?!), mas sim uma necessidade. Essa mudança está sendo alavancada não só pela minha necessidade de mudança interior, mas também pelo entorno. Só sei que eu preciso me reencontrar, preciso redescobrir o Wagner.
Antes de me despedir, gostaria de reforçar que o que me motivou a ir embora daqui não é nenhum fator externo (como o transporte público de péssima qualidade), mas apenas a necessidade de mudar de ares.
Bom, tenho uma aula agora (a última em sala de aula), então até logo e obrigado pelos peixes.
Wiglot (Wagner fica para o cobradores 🙂 )

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Preâmbulo de uma linguagem de programação

Estava aqui conversando com o Julio Lopes sobre Rogue likes e linguagens de programação, quando ele me falou de sua vontade de criar um linguagem, então ele diz:

“Abertura da página da futura linguagem um texto assim…

três linguagens para programadores reais à frente de seus clusters,
sete para lordes programadores em suas salas históricas,
nove para programadores mortais fadados ao esquecimento,
Uma para o escuro processador
em seu cinzento trono,
nas trilhas da placa-mãe onde os circuitos se comunicam,
Uma para todas traduzir,
Uma para todas compilar,
Uma para todas processar e na escuridão dominá-las,
nas trilhas da placa-mãe onde os circuitos se comunicam.”

😀

P.S. Sim, estou de volta 🙂

Pre-Akademy Warmup

Estou em Salvador (Uhu!)

Noticia Ruim, Desde ontem chove MUITO! Muito mesmo aqui, Teve um pessoal de Delo Horizonte que não pode pousar aqui e teve que ir até Recife.

Com isso, Encontrei o pessoal de KDE-MG no aeroporto: (desculpem a qualidade das fotos)

Daí tinha que sair de Salvador, que em algumas partes estava alagada, e ir para a Praia do Forte, cerca de 50 KM. Tivemos que apelar para o Tomaz neh, morador da Cidade 🙂

Lotamos uma Kombi, nós Cinco, mais o Pessoal do Piauí e os demais do KDE-MG. Aqui uma screenshot:

Depois de muitos clipes de Gagas e ‘criança-rappers-que-quer-pega-mulher-mais-velha’ (aff ) Chegamos no albergue onde acontecerá o Akademy-BR. Após os banhos tomados e removido os Windows de alguns computadores (mhua mhua mhua) saimos para a primeira atividade do Akademy-BR, que foi pelos participantes do evento considerada o Jantar de abertura. Nele foi definido que deve ser feito um jantar de encerramento 🙂

Mais uma fotitus.

Fiquem de olho que terá mais posts sobre o evento aqui e no kde-rs

5 days to Akademy-BR

Times fly! Akademy-BR is about to begin, just Five days!

I’m looking forward to the beginning of the Aka-BR! I can not wait to arrive in Salvador and meet the staff of the KDE-BR to start hack the KDE.

Exacts 2 months back, i receive from Sandro the confirmation of my acceptance to participate of Akademy-BR. Man, i jumped for happinnes by many reasons:

First i will know all the wonderful people that do KDE-BR. All they i know just by photos, videos and e-mails.

I also will learn more about KDE, some projects unknown to me now (as developer) such as kde-games, Amarok, others more know (like Rocs that i allready send some features) and have oppotunity to pass what i know about dev.

Now, the day is comming, day 7 i take my fly to Salvador to start the marathon. Yeah! Who said programmer does not exercise?

We estimate to be about 36 hours of programming / discussion about KDE in just 3 days! but can be more! we have dinners, coffeebrakes, and a time at beach (we’re not made of iron 😀 ) where we still talking about KDE… so if we dream with KDE by nigth will be 72 hours of KDE on vein!

Aka-BR will have work groups of many projects, such as promo, KDE-Games (to introduce KDE programming for beginners), Amarok and many others sprints. As I’ve been developing the Rocs with Tomaz, i’ll work on it, but also participate in other projects, such as Plasmate, the KDE promo team, kgraphviewer hack.

So remember, in 5 days begin Akademy-BR, stay tunned at here, here and also here in my blog.

Rocs Plugin (kservice) suport

I wrote this post a month back, but just now I have decided to post it.

Well, some weeks back i commited an initial project for plugins on Rocs, and it’s almost finished… but i had a question about life, the universe and everything: Why i took too long (3 weeks) to put it to work ?

First, i have some others stuff to do, but, this is not a true answer…

Second, I started with QtPlugins, It worked very well! But, and it is a big but, how will Rocs know the location of the installed plugins? Since plugins are shared lib loaded at runtime, I had to make this work somehow. So at IRC, #kde-dev, Rakuko told me something about KServices, unknow by me till then. So, with a little search on the KDE api, i found the rigth way (or KDE way) to make it works flawessly.

So, I had to stop doing with Qt Plugins and rewriting everything to use KServices, back from line zero. =)

After some hack. i had a problem loading the plugins, they were found in the system, but not loaded. So i started to look at other plugins (from kopete for instance) , Plugin example from kdevelop (What if some KDE programs where closed source? Maybe i will be still boring people at IRC to resolve that =). But it worked, compiled in a charmingly and cute way, then I forgot to work on them for another week.

Until the end of last week Rocs was compiled with static libs, so Tomaz made a shared lib with core classes, including plugin manager and interfaces and i went back to hack today. Looking at TextEditor plugin example, i saw 2 things that i have not noticied back then:

-use of library export (KDE_EXPORT/KDE_IMPORT) and

-use of explicit at contructor, both at interface class declaration.

With this 2 things, plugins started to load 🙂

Now Rocs have import/export and initial tools plugins suport. In next post i will give all the info required for your own plugin… by now take a look in this screenshot of import/export and a set of nodes with some properties.

[]’s

Wagner

Trabalho final de Lab. de disp. Móveis

Hoje entreguei o trabalho final da disciplina de Laboratório de desenvolvimento para dispositivos móveis. Meu trabalho foi o desenvolvimento de um aplicativo do jogo n-puzzle (inspirado num post no live blue deve adimitir :p )

Como citei em um post anterior, eu desenvolvi um pequeno web service usando libQxt e Qt Soap (além do próprio Qt :p) e pensei, ‘pq não armazenar os records do n-puzzle em um web service?’

Assim ‘perdi’  o final de semana brigando com concorrência e compilações que por um motiva fazia tudo parar de funcionar (descobri que era escopo de variáveis, vou voltar para o algoritmos ¬¬ ) mas consegui fazer funcionar.

Ainda existem melhorias no projeto (usuário escolher entre records locais ou do servidor, animação, melhores gráficos, um melhor embaralhar das peças) .

Para quem tem interesse, os códigos estão no gitorious (gitorious.org/~wiglot)  eles rodam em PC também graças ao Qt 😀

New Record!

Breve entrevista com Tomaz Canabrava

Estar envolvido com comunidades (principalmente de software) nos levam a conhecer pessoas marcantes. Gostaria de apresentar o Tomaz, uma dessas pessoas. Vou apresentar como o conheci e um pouco sobre ele e os projetos SL que ele participa alem dos ganhos que trouxe a ele.

Tempo atrás eu tive o prazer de encontrar um blog de um baiano que estava escrevendo um livro sobre Qt (biblioteca que eu estava aprendo na época) e achei muito interessante o projeto que eles estava desenvolvendo, o Rocs.

Depois eu assisti uma palestra dele no fisl sobre o KDE onde me senti com maior vontade de aprender sobre o KDE (<pessoal>o melhor DE que existe! :D</pessoal>).

Segue um pouco mais sobre ele.

-Tomaz, Qual o seu curso e Universidade e quando foi seu ingresso?

Ah, cursos foram vários, Inicialmente havia entrado em Sistemas de Informação na faculdade jorge amado, aqui em salvador. Mas os professores, embora bons, não gostavam de incentivar os alunos a pesquisar, isso me desestimulou e mudei-me para Campina Grande na Paraíba, estudando para fazer ciência da computação lá, infelizmente não passei no vestibular e retornei a bahia, onde ingressei na Ruy Barbosa, na epoca, uma boa faculdade.

-Qual era seu nível de conhecimento antes de ingressar no curso?

Sabia programar, assim assim, nada muito especial. Minhas atividades de programação começaram com um jogo chamado Ultima Online, que tinha um servidor gratuito onde era possivel modificar o jogo, comecei por ai. Depois disso enfiei a cara em C, aprendi PHP pra fazer trabalinhos pequenos, mas gostava bastante de C, brincar com ponteiros, escovar bits. Tentei aprender asm mas não tive muito sucesso. isso tudo antes de começar o curso.

-Você é usuário de software livre (SL) a quanto tempo? E como iniciou a contribuir/se envolver com SL?

Primeira vez que usei SL foi em 98, quando comprei uma revista da banca que vinha com o Mandrake Linux, uma distribuição Francesa falecida ( bem, falecida não, mas mesclou-se com o Conectiva, virando mandriva ) , dai eu achei o linux *horrivel*, nada funcionava direito na minha mente adolescente que queria apenas colocar o computador pra ligar, rodar um mirc e ficar batendo papo com as menininhas. parei de usar. Voltei a usar em 2004, quando ingressei na faculdade definitiva ( Ruy Barbosa ), com o Debian Potato, logo apos indo para a primeira versão do Ubuntu, e sai usando vários buntus da vida até trocar definitivamente para o Arch Linux ( e não pretendo trocar de novo, tá bom aqui ). Eu comecei a desenvolver para Software Livre dentro da faculdade, quando eu estudava C / GTK fazia programinhas bestas e colocava-os no Gnome, depois comecei a fazer coisas em Qt e C++, e passei a modificar um pouco os programas do KDE, dai fiz o Rocs e essa foi meu ingresso real no mundo do SL e do KDE.

-Você é o criador e pricipal desenvolvedor do Rocs (Ferramenta educacional de ensino de grafos), conte-nos por que desenvolver tal ferramenta e um pouco sobre a experiencia que está tendo agora que o Rocs entrou para o KDE SC (vou explicar pq KDE SC depois) ?

Fiz porquê existia uma materia chamada “Teoria dos Grafos” na minha faculdade, onde os projetos semestrais deveriam ser graficos para uma visualização mais simples, e além disso não existia uma ide grafica para grafos boa. existia o Rox, em java, que rodava em cima do eclipse, poxa, eu detesto trabalhar em java, e acho que uma IDE que consome 400 megas só pra poder desenhar bolinhas e arestas dos grafos não era muito boa idéia. Então comecei escrever um meu proprio programa, que queria que fosse mais simples de usar, que não fosse atrelado em uma IDE, e que pudesse ser utilizado por mais de uma linguagem. essa ultima parte não consegui, só pode usar javascript nele, mas o bichinho está bem rapido.

-Como você vê a atual participação das universidades na comunidades SL aqui no Brasil?

Pequenas, Poucos alunos conhecem o GSoC, poucos se interessam em aprender coisas que vão além do que as faculdades passam. A UFBA está colocando um novo curso opcional chamado ‘Projetos OpenSource’ , onde Sandro Andrade estará ministrando de graça no próximo semestre, mas aqui na bahia pelo menos, de todas as faculdades que eu visitei, a minha era a unica que tinha pessoas ativas em *desenvolvimento* de software livre. uma outra faculdade, a Area1 é ativa no desenvolvimento de uma distro de reempacotamento (eu realmente não vejo muito sentido nisso… ), a Unijorge é ativa em comunidade Ubuntu, mas ninguem programa ( claro, excessões, um dos pouquissimos programadores de inkscape brasileiros é baiano, mas isso é a excessão da excessão )

-Na sua universidade existe incentivo, não somente dos professores mas da instituição como um todo, ao envolvimento dos alunos em projetos SL? Se existe como são esses incentivos?

Não existem incentivos, nem de professores nem da instituição. Tenho brigas homéricas sobre isso praticamente sempre, eu já representei o kde em 9 congressos ( inclusive no exterior ), e em nenhum tive qualquer tipo de ajuda da faculdade, nem de custo, nem de ‘boa sorte’.

-Que beneficios a sua participação no SL já lhe trouxeram na vida acadêmica?

Nenhum, Faço isso realmente porquê gosto, mas com uma faculdade que é parceira microsoft e professores que não gostam de pensamento novo, como vamos conseguir beneficios em carreira academica? agora, a parte de palestras e eventos, isso sendo contado na vida academica ajudou bastante.

-Você é um dos contribuidores mais ativos do KDE-BR com palestras e mini-cursos em vários eventos. Pode citar alguns deles?

Meu primeiro curso pelo KDE foi em 2008, no LatinoWare, dei uma oficina de 6h sobre C++ e Qt junto com Sandro Andrade, que é meu professor e amigo.

depois dessa, fomos ao FISL 2009 onde demos várias palestras:
– O que há de novo no KDE?
– Contribuindo para OpenSource
– Encontro de Usuarios e Desenvolvedores do KDE
– Encontro de Participantes do GSoC
– KDE e Projetos Brasileiros.

Após o FISL, fomos para Las Palmas de Gran Canaria, para o Akademy 2009, que dessa vez seria junto com o Gnome, muitas pessoas no evento, várias festas patrocinadas pela nokia e maemo ( quem disse que nerd não se diverte? )

Depois do fisl, alguns eventos pequenos em Tocantins, Bahia, Minas Gerais ( que culminou com a criação do KDE-MG , um outro grupo que está avançando o KDE no brasil ),

Ai o SoliSC veio, e foi o ultimo encontro que eu fiz aqui pelo KDE. mas ano que vem teremos boas novidades, estamos trabalhando pra fazer um Akademy – BR na bahia, todo patrocinado pelo KDE. mas o Akademy não é um encontro para buscarmos novos desenvolvedores, e sim um para unirmos os laços com os que já contribuem.

-Essas participações lhe trouxeram algum beneficio pessoal?

Ah, conheci muita gente, eu achava que sabia programar até conhecer o Artur ( openbossa ), me ensinou muito. Tive 1 semana hospedado no mesmo hotel com Nuno Pinheiro, de portugal, conversando com muita gente mais antiga que eu no Akademy – 2009, em Las Palmas de Gran Canaria, foi sensacional.

Quem quiser mais informações sobre o KDE, podem acessar o blog do Live-blue (grupo fundado pelo Tomaz, Vito e Sandro)

Abraços

Wagner de Melo Reck